Elaboramos 15 testes para serem aplicados no 9º ano para avaliar que conteúdo do 8º ano foi aprendido e fixado pelo aluno.
O objetivo da avaliação diagnóstica é verificar se os alunos apresentam ou não domínio dos pré-requisitos necessários (conhecimentos e habilidades) para novas aprendizagens, identificar eventuais problemas de aprendizagem e traçar rotas de ensino-aprendizagem para suprir as necessidades dos estudantes.
Nesse sentido, “a avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica” (CALDEIRA, 2000, p.122). Serve, portanto de subsídio para planejar o ensino.
Não há um modelo definido de avaliação diagnóstica. Cada professor, conforme sua disciplina e os pré-requisitos necessários, elabora atividades que permitam estabelecer um panorama dos conhecimentos adquiridos pelos estudantes. O professor pode lançar mão de diferentes modelos para uma avaliação diagnóstica, entre eles:
- Aplicação de exercícios, testes, prova dissertativa, redação.
- Autoavaliação dos estudantes.
- Discussão coletiva, entrevista com os alunos.
- Consulta do histórico escolar, das provas e atividades realizadas.
- Consulta do material didático utilizado no ano anterior.
Avaliação diagnóstica do 9º ano
A avaliação diagnóstica que elaboramos para o 9º ano abrange as habilidades propostas pela BNCC para o 8º ano.
Para fazer o download da Avaliação Diagnóstica do 9º ano, preencha os campos abaixo.
São 15 testes com quatro alternativas que contemplam o seguinte conteúdo:
- Iluminismo,
- Revolução Gloriosa,
- Revolução Industrial,
- Revolução Francesa,
- Independência dos Estados Unidos,
- formação das nações latino-americanas,
- Revolução do Haiti,
- Primeiro Reinado,
- Período Regencial,
- Guerra do Paraguai,
- população escravizada no Brasil,
- resistências ao imperialismo.
- Conceitos: abolicionismo, darwinismo social, despotismo esclarecido, Destino Manifesto, Doutrina Monroe, Iluminismo, imperialismo, liberalismo, Pan-americanismo, racismo.
Cabe ao professor avaliar a pertinência de cada teste e, se necessário, excluir ou adaptar conforme seus objetivos pedagógicos. Os testes têm enunciados curtos para não tornar a avaliação muito pesada aos alunos.
A aplicação dos testes deve ser feita em um clima amistoso e de confiança que em nada lembre uma prova tradicional. Explique e repita para os estudantes que o teste não vale nota, não tem caráter punitivo nem classificatório. Eles podem deixar em branco o que não souberem responder e que grifem as palavras desconhecidas.
Ao final dos testes, uma pergunta permite que o aluno se posicione: “O que você mais gostou de estudar na matéria de História no ano passado?”
RESPOSTAS DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO 9º ANO
1) C 2) A 3) D 4) B 5) D 6) A 7) C 8) C 9) D
10) A 11) D 12) B 13) D 14) B
15)
- F (Iluminismo),
- C (despotismo esclarecido),
- H (liberalismo),
- E (Doutrina Monroe),
- I (Pan-Americanismo),
- A (abolicionismo),
- D (Destino Manifesto),
- G (imperialismo),
- B (darwinismo social)
- J (racismo)
Outras habilidades a observar na avaliação
Para além de verificar o conteúdo apreendido pelo aluno, fique atento, professor, qual o grau de domínio de leitura e compreensão dos enunciados. Isso fornece indícios sobre a habilidade do estudante em ler e interpretar textos – habilidade essencial para a aprendizagem de História.
Nesse sentido, procure identificar o tipo de dificuldade do estudante para responder os testes: se é desconhecimento do assunto ou se o problema é compreender o texto.
Nesse modelo de avaliação diagnóstica, ficaram de fora outras habilidades cognitivas como:
- Expressar oralmente ideias e conhecimentos.
- Produzir textos com coerência, ideias claras e fundamentadas.
- Elaborar questionamentos, argumentos e proposições.
- Relacionar acontecimentos e processos de transformação.
- Compreender a historicidade e contextualizar fenômenos históricos.
O professor tem pela frente um ano inteiro para trabalhar essas e outras habilidades.
Fonte
CALDEIRA, Anna M. Salgueiro. Avaliação e processo de ensino-aprendizagem. Belo Horizonte: Presença Pedagógica, v. 3, p. 53-61, set./out. 1997.