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A escola como fonte para iniciar o pensamento histórico na criança

11 de agosto de 2020

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O grande desafio de ensinar história nos anos iniciais do ensino Fundamental que é lidar com conceito de tempo histórico, isto é, trabalhar com as noções de ordem, sucessão, duração, simultaneidade e quantificação do tempo para, a partir de então, desenvolver no estudante o pensamento histórico.

O que seria pensar historicamente? Segundo Siman,

“pensar historicamente supõe a capacidade de identificar e explicar permanências e rupturas entre o presente/passado e futuro, a capacidade de relacionar os acontecimentos e seus estruturantes de longa e média duração em seus ritmos diferenciados de mudança; capacidade de identificar simultaneidade de acontecimentos no tempo cronológico; capacidade de relacionar diferentes dimensões da vida social em contextos sociais diferentes. Supõe identificar, no próprio cotidiano, nas relações, nas ações políticas da atualidade, a continuidade de elementos do passado, reforçando o diálogo passado/presente. Como desenvolver nos alunos esse modo de pensar? Advogamos a favor da ideia de que devamos introduzi-los mais cedo possível nessa tarefa, pois o seu desenvolvimento não é inato e, muito mais cedo do que pensamos, as crianças podem, por meios diversos, iniciarem-se em modos de pensar a História.” (SIMAN, 2003: 119).

O desenvolvimento do pensamento histórico passa pelo aspecto da significação, ou seja, ele é construído a partir de uma situação que faça sentido ou tenha significado para a criança. Elege-se um objeto ou tema em que a criança se reconheça nele e perceba traços presentes em seus ambientes de vida. Isso permite que ela se coloque no lugar do outro, em outros tempos e lugares. O pensamento histórico exige a descentração que é também exigência para uma perspectiva da educação para a alteridade.  (SIMAN, 2015, p. 208.)

Neste sentido, o espaço escolar – a sala de aula, seu mobiliário, instrumentos de trabalho e registros – é um eficiente objeto de análise pois, além de ser um espaço familiar ao aluno (e à sua família) é, também, um espaço de vivência coletiva compartilhada por toda a turma.

Fotografias antigas de salas de aula, de materiais e anotações escolares estimulam o estudante a comparar, relacionar, abstrair, generalizar, identificar especificidades e reconhecer diferenças assumindo uma “atitude historiadora” e desenvolvendo o pensamento histórico. É interessante, como um trabalho preliminar, trazer para os alunos alguns relatos sobre a vida escolar no passado que possam lhes servir de referência sobre outros tempos e espaços. Isso pode ser feito, também, pelos próprios estudantes por meio de entrevistas com familiares idosos.

Como sugestão, indicamos o relato a seguir.

  • BNCC: 6° ano. Habilidades: EF06HI01, EF06HI02

A caderneta “manchada”

O depoimento a seguir, escrito por Luiz Carlos Marques, relata um fato que lhe ocorreu no tempo de aluno, nos finais da década de 1950. Ele morava na cidade de São Paulo, tinha 11 anos de idade e ia para a escola de ônibus. O episódio mostra a importância da caderneta escolar na vida de um estudante e a severidade com que os jovens eram repreendidos na escola e em casa.

“Ao dar entrada na escola os alunos deixavam sua caderneta escolar na secretaria. Ao final das aulas os alunos retiravam a mesma. Ao receber a minha, notei que havia uma observação: “Seu filho esteve envolvido em confusões na área externa da escola e no ponto de ônibus”. Como isso nunca tinha acontecido comigo não dei muita bola para o assunto.

No dia seguinte, ao entrar, fui barrado por não ter trazido a assinatura de meu pai na caderneta. E por isso acabei levando uma segunda observação: “O aluno foi irresponsável por não trazer a assinatura e perdeu a prova de Francês”. Fui mandado de volta para casa. Acabei fazendo gazeta para voltar para casa (era sexta-feira).

>Na segunda-feira, a página da caderneta era virada, pois começava uma outra semana. Pensei então que ninguém notaria que não fora assinado. Fui levado a diretoria e levando mais duas observações, uma dizendo que havia sido negligente e outra por ter faltado a missa, pois não havia o carimbo do padre. De repente, vi que tinha colecionado quatro observações, para mim descabidas, mas que manchavam minha caderneta. O que fazer? Apagar? Jogar fora? Falsificar? Um imenso pavor tomou conta de mim.

No dia seguinte, sai de casa com lanche e fui até a porta da escola, mas não tive coragem de entrar, pois poderia levar outras. Acabei entrando na igreja colada a da escola. Acabei descobrindo uma escada que levava aos sinos. Naquele momento a igreja esta vazia. Tomei coragem e fui subindo até chegar ao seu final. O local dava para uma sacada com uma linda visão do bairro. E mais um lance de escada levava ao campanário, o local onde ficavam os sinos. A cada 15 minutos tocavam os sinos anunciando o passar das horas.

Na subida ao campanário encontrei dezenas de revistas em quadrinho que contavam cada uma a vida dos vários santos da Igreja. Passei ali a manhã toda lendo as revistas e comendo meu lanche. Ao soar os sinos do meio-dia encerravam-se as aulas. Desci então e fui pra casa. No dia seguinte levei mais dinheiro e resolvi mudar o esquema. Resolvi passar o dia no Parque do Ibirapuera. Arrumei um cantinho no meio das árvores pertinho do lago onde alugavam barcos a remos e a motor e ali passei a maior parte da manhã. Com a mochila cheia de gibis fiquei lendo, descansando e comendo.

Ao voltar para casa, dou de cara com o secretário da escola conversando com meu pai. Entrei de fininho, já esperando a desgraça acontecer. Pouco tempo depois entra meu pai com a cinta já nas mãos e me pegou de jeito. Levei a maior surra de minha vida. Meu pai me jogou na cama e bateu sem dó. Às vezes ele se cansava e parava para descansar e depois recomeçava. Essa foi a primeira e última surra que tomei. Aprendi a lição.

MARQUES Luiz Carlos (Luigy). Matando aula. site São Paulo minha cidade (publicado em 21/12/2012).

Trabalhando as fotografias em sala de aula

Selecionamos 12 fotografias referentes a quatro temáticas escolares: salas de aula, materiais escolares, boletins de notas e cadernetas de presença. As imagens estão disponíveis para download em pares, em tamanho grande, e sem as questões.  Apresentamos abaixo uma sugestão de questões que convidam o estudante a observar, descrever, explicar, diferenciar, lançar hipóteses e fazer inferências sobre os objetos e informações retratadas. Selecione as questões ou formule outras conforme as características de seus alunos.

Sugerimos que, inicialmente, você apresente o material aos estudantes explicando, em linhas gerais, do que se trata. É possível que seja necessária uma explicação maior sobre os boletins e cadernetas escolares informando para que serviam e como eram utilizados esses documentos. Destaque que eles eram preenchidos a mão, a caneta, com letra caprichada e não podiam ter rasuras. Eram assinados pelo professor e o diretor da escola além do pai ou responsável. A caderneta de presença, de capa dura, deveria ser entregue no início da primeira aula e era devolvida ao final da última aula com o carimbo “presente”.

Se possível, plastifique as páginas de fotografias. Distribua-as por grupo de alunos. Os alunos devem dialogar entre si e trocarem suas impressões sobre cada foto e depois formalizarem suas respostas por escrito.

Para fazer o download das fotografias, inscreva-se abaixo.

As perguntas abaixo (itens 1 a 4) devem ser lançadas à turma de forma coletiva e sem a necessidade de respostas escritas para cada uma delas. A atividade é uma investigação coletiva e colaborativa onde é importante os alunos se sentirem à vontade para examinar, perguntar e responder.

1. Investigando a sala de aula

  1. Que semelhanças e diferenças existem entre essa sala de aula e a sua? R.: Espera-se que o aluno perceba a diferença nos móveis escolares, na presença majoritária de meninos (há somente duas meninas na sala), no professor trajando terno, colete e gravata etc.
  2. Os alunos tinham liberdade para mudar a posição da mesa? Justifique indicando um elemento da fotografia. R.: Não, pois as mesas estão pregadas no chão.
  3. Seus pais podem ter estudado em uma sala de aula desse tipo? E seus avós? Por que? R.: Resposta pessoal. Até a década de 1960 ainda existiam salas de aula como essas das fotos do início do século XX. Pode, então acontecer de avós terem visto salas de aula desse tipo. Aproveite para fazer um exercício de tempo com os alunos como, por exemplo, traçar uma linha de tempo marcando as datas das fotos e datas pessoais da turma (ano de nascimento dos alunos, dos pais e avós), e daí estimular os alunos a estabelecerem algumas analogias.

2. Investigando os materiais escolares

  1. Qual desses materiais você ainda utiliza na escola? R.: É possível que os alunos respondam “nenhum deles” ou somente identifiquem a caixa de lápis de cor.
  2. Você é capaz de identificar os objetos nessa foto? Para que servem? Como eram utilizados? R.: As fotos mostram um livro escolar, uma mini lousa, canetas de pena (número 1), tinteiro (número 2), mata-borrão (número 1), furador de folha e um caderno.
  3. Como é a lição que está escrita no caderno? R.: É um caderno de caligrafia onde está escrito “Independência ou Morte!” e “Salve Sete de Setembro”, repetido 12 vezes cada frase.
  4. Você também faz esse tipo de lição? R.: Resposta pessoal. Novamente é possível fazer um exercício de tempo com os alunos. Em que ano foi proclamada a independência? Se a lição é de 1960, há quantos anos tinha ocorrido a independência? E hoje?  A bandeira desenhada no caderno é a mesma de hoje? Desde quando essa bandeira é o símbolo do país? Como era a bandeira do Brasil independente?

3. Investigando os boletins escolares

Estimule os alunos a explorarem todas as informações do boletim: datas, nome do aluno, nome da escola, disciplinas, notas, assinaturas etc. Esse trabalho permite aos alunos observarem ou mesmo estranharem elementos diferentes como a grafia de palavras e a existência de determinadas disciplinas.

  1. O que significariam as notas marcadas em azul e em vermelho no boletim de 1966 e 1984? R.: Em vermelho as notas que não atingiram a média (abaixo de 5) e em azul as notas acima da média.
  2. Que matérias existiam naquela época não existem mais? R.: No boletim de 1918 há religião, latim, francês, inglês, alemão e história natural. Os boletins de 1926 e 1966, trazem notas de comportamento (disciplina).
  3. Os boletins escolares de seu pais e avós poderiam ter sido desse tipo? Por que? R.: Resposta pessoal.
  4. Na sua opinião, no espaço de seis décadas abrangido por esses boletins (1918 a 1984) mudou a maneira de classificar o desempenho escolar dos alunos? Justifique. R.: Espera-se que o aluno observe que a nota de comportamento presente nos boletins de 1918, 1926 e 1966 não aparece mais no boletim de 1966. Outra diferença é a mudança da grade curricular.
  5. Comparando com os dias de hoje, há diferenças? R.: Resposta pessoal. É interessante pedir aos alunos para buscarem outros modelos de boletins escolares seja nos arquivos da escola ou junto à família.

4. Investigando as cadernetas escolares

A caderneta escolar era o principal documento de identidade do aluno. Ali era registrado, diariamente, seu comparecimento às aulas, atraso ou faltas. Casos graves como brigas com os colegas, desrespeito ao professor, não ter feito a lição ou ter esquecido o material escolar também eram anotados assim como as punições (suspensão ou a temida expulsão da escola).

  1. Qual era a função da caderneta escolar? R.: A caderneta era uma espécie de B.O. (boletim de ocorrência) servindo para registrar o comportamento e o comparecimento dos alunos, bem como servir de veículo de comunicação da escola com a família.
  2. Leia os regulamentos que constam na caderneta. Na sua escola tem regulamentos semelhantes? Explique. R.: Resposta pessoal.
  3.  O que significa “detido” carimbado na caderneta de 1942? O que essa palavra nos faz pensar sobre o ensino naquela época? R.: “Detido” era o termo usado para o aluno reprovado em uma matéria ou que deveria permanecer na escola além do horário escolar podendo perder o intervalo do lanche, final de semana, feriado ou férias. O ensino tinha um caráter disciplinador e a escola se assemelhava a um quartel.
  4. Leia a anotação da professora na caderneta de 1970. Levante hipótese sobre o que teria acontecido quando o aluno chegou em casa com esse recado? R.: “Prezada senhora. Seu filho não está com a matéria em dia. Caderno incompleto e mal feito. Tem brincado nas aulas da minha matéria – História.” Assinatura da professora, data 18/5/1970. Resposta pessoal do aluno.
  5. A partir da observação das cadernetas, o ensino nas escolas continua igual ou mudou? Explique. R.: Resposta pessoal.
  6. Pergunte aos seus pais e avós se eles tiveram caderneta escolar como essas. Eles tem alguma lembrança a respeito desse documento? R.: Resposta pessoal.

As perguntas 5 e 6 podem ser substituídas por uma discussão sobre o trabalho do historiador e como as cadernetas e boletins escolares, bem como as fotos de escolas e salas de aula são documentos que permitem investigar a história da educação.

5. Linha do tempo

Ao final da atividade de investigação dos documentos, pode-se ainda realizar um exercício de sucessão temporal. Peça a0s estudantes para colocarem as fotografias em ordem cronológica.

Feito isso, desenhe uma linha de tempo na lousa e assinale os anos das fotografias.

Faça perguntas à turma estabelecendo possíveis conexões entre as imagens como, por exemplo:

  1. Os alunos do Caetano de Campos poderiam ter o mesmo material escolar daquele de 1890?
  2. Com que tipo de caneta foram preenchidas as cadernetas escolares de 1918 e 1926?

Se você leu para os alunos o relato de Luiz Carlos Marques (“A caderneta manchada”), relacione a infração cometida por ele com os regulamentos listados na caderneta escolar.

Finalmente, você pode ainda estimular os alunos a buscarem entre familiares ou nos arquivos da escola, outros modelos de boletins e cadernetas além de fotografias antigas.

Fonte

  • SIMAN, Lana Mara de Castro. A temporalidade histórica como categoria central do pensamento histórico: desafios para o ensino e a aprendizagem. In: ROSSI, Vera L. Sabongi; ZAMBONI, Ernesta (orgs.). Quanto tempo o tempo tem! Campinas: Alínea, 2003, p. 109-143.
  • SIMAN, Lana Mara de Castro. Aprender a pensar historicamente: entre cognição e sensibilidades. In: ROCHA, Helenice; MAGALHÃES, Marcelo; GONTIJO, rebeca (orgs.). O ensino de história em questão. Cultura histórica usos do passado. Rio de Janeiro: FGV Ed., 2015. p. 201-221.
  • CAINELLI, Marlene Rosa. A construção do pensamento histórico em aulas de História no ensino fundamental. Tempos Históricos, v. 12, 1° semestre, 2008, p. 97-109.
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[…] Boletins e cadernetas escolares antigas também são documentos históricos que contam a história da educação e do ensino. […]

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[…] O desenvolvimento dessas habilidades não se realiza separadamente. Ao contrário, elas interagem, complementam-se e tornam-se gradativamente mais complexas conforme o grupo etário e o desenvolvimento cognitivo do aluno. Devem, portanto, ser constantemente exercitadas e avaliadas durante toda vida escolar. […]

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